O fim do pagamento da remuneração de vereador em municípios com até 50 mil habitantes é o objetivo de proposta de emenda à Constituição (PEC) em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). De autoria do senador Cyro Miranda (PSDB-GO), o texto foi subscrito por outros 30 parlamentares. Se aprovada pelo Congresso Nacional, a proposição deverá atingir cerca de 90% das câmaras municipais do país.
No Amazonas, 56 municípios tem menos de 50 mil habitantes, segundo última contagem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2007. Apenas Itacoatiara, Coari, Manacapuru, Parintins e Tefé, além de Manaus, possuem população superior ao mínimo exigido pelo projeto.
Tabatinga, Maués e Manicoré apresentavam população superior a 45 mil há cinco anos e podem se encaixar no perfil do projeto, caso haja nova contagem.
Além do fim da remuneração, a PEC limita o total da despesa das câmaras de vereadores dessas cidades a no máximo 3,5% da arrecadação municipal.
“Estamos seguros de que sua adoção causará impactos positivos consideráveis, tendo em vista que 89,41% dos municípios brasileiros possuem até 50 mil habitantes. Dessa forma, pouco mais de 600 municípios brasileiros continuarão a remunerar seus vereadores”, argumenta o senador.
Com essa medida, acredita ele, os vereadores passarão a assumir o cargo eletivo “em razão de sua condição cívica, de sua honorabilidade ou de sua capacidade profissional”. Portanto, para o senador, serão selecionados candidatos comprometidos com a ética, o interesse público e o desenvolvimento local.
O senador avalia que a proposta, se aprovada, trará um impacto positivo para os cofres públicos dos pequenos municípios. Ele lembra que o número de vereadores no país pode superar a marca de 59 mil nas eleições de 2012. Quase sete mil a mais do que o número de eleitos para as câmaras municipais em 2008, o que representa, conforme assinala Cyro Miranda, “um aumento significativo nos gastos públicos municipais”.
Na justificativa da PEC, o senador também lembra que a própria Constituição Federal permite aos vereadores ocupantes de cargo público acumular outras funções no caso de compatibilidade de horários. Cyro Miranda ressalta ainda que, na maioria dos municípios, os vereadores reúnem-se duas ou três vezes por mês, o que viabiliza a manutenção de outras atividades profissionais por parte desses parlamentares.
A proposta, que tramita no Senado como PEC 35/12, aguarda a designação de relator na CCJ e, se aprovada pela comissão, segue para análise do Plenário.
Fonte: portal@d24am.com
No Amazonas, 56 municípios tem menos de 50 mil habitantes, segundo última contagem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2007. Apenas Itacoatiara, Coari, Manacapuru, Parintins e Tefé, além de Manaus, possuem população superior ao mínimo exigido pelo projeto.
Além do fim da remuneração, a PEC limita o total da despesa das câmaras de vereadores dessas cidades a no máximo 3,5% da arrecadação municipal.
“Estamos seguros de que sua adoção causará impactos positivos consideráveis, tendo em vista que 89,41% dos municípios brasileiros possuem até 50 mil habitantes. Dessa forma, pouco mais de 600 municípios brasileiros continuarão a remunerar seus vereadores”, argumenta o senador.
Com essa medida, acredita ele, os vereadores passarão a assumir o cargo eletivo “em razão de sua condição cívica, de sua honorabilidade ou de sua capacidade profissional”. Portanto, para o senador, serão selecionados candidatos comprometidos com a ética, o interesse público e o desenvolvimento local.
O senador avalia que a proposta, se aprovada, trará um impacto positivo para os cofres públicos dos pequenos municípios. Ele lembra que o número de vereadores no país pode superar a marca de 59 mil nas eleições de 2012. Quase sete mil a mais do que o número de eleitos para as câmaras municipais em 2008, o que representa, conforme assinala Cyro Miranda, “um aumento significativo nos gastos públicos municipais”.
Na justificativa da PEC, o senador também lembra que a própria Constituição Federal permite aos vereadores ocupantes de cargo público acumular outras funções no caso de compatibilidade de horários. Cyro Miranda ressalta ainda que, na maioria dos municípios, os vereadores reúnem-se duas ou três vezes por mês, o que viabiliza a manutenção de outras atividades profissionais por parte desses parlamentares.
A proposta, que tramita no Senado como PEC 35/12, aguarda a designação de relator na CCJ e, se aprovada pela comissão, segue para análise do Plenário.
Fonte: portal@d24am.com






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tomara que de certo ai quero ver alguém ser vereador por amor a cidade kkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirVai Congresso, mostra serviço que estaremos aqui na torcida para essa aprovação.O que vai ter de eleito desistindo, sem contar que, na próxima o número de candidatos será menor do que o número de cadeiras...kkkkkkkkk.
ResponderExcluirdemorou........
ResponderExcluireu aprovo e assino em baixo
Que Ótimo ai acabaria com toda esta baixaria em nossa cidade ,brigas compra de votos presentes e outros mais que todo o povo conhece . Não só para vereador mais sim para Prefeito tambem eu queria ver o que seria nas eleições candidato disendo que quer ser Prefeito porque gosta da cidade ( SÁLARIO )
ResponderExcluirNão se iludam, não vai ser aprovada.
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