O presidente da Sociedade de Assistência e Ocupação do Menor (Proame), Waldemar Pereira de Camargo, conta que, até junho, atendia 120 crianças de 7 a 14 anos em oficinas de marcenaria, corte de cabelo, corte e costura, manicure, pintura em tecido, informática e culinária, no prédio da antiga Estação Ferroviária, além de 100 crianças da banda da Polícia Mirim. “Hoje, tenho quatro, cinco. Estou fechando dois ou três dias por semana por falta de condições de trabalho”, diz.
Há quatro meses, segundo ele, a prefeitura não repassa os valores de R$ 1.800,00 mensais, referente ao convênio com o município, e R$ 3.066,00 mensais, referente ao convênio com o governo do Estado. “Chegou num ponto que não tenho como pagar o pessoal mais”, conta, referindo-se aos seus cinco funcionários. A única saída, de acordo com Camargo, foi recorrer ao Ministério Público, que deu prazo de 15 dias, a partir do dia 24, para que o município regularize a situação.
Quem também enfrenta dificuldades é a Associação Multidisciplinar de Educação Especial Regiane Affonso (AME), que atende hoje 38 crianças com necessidades especiais de Presidente Alves e Pirajuí das 8h às 16h. Segundo a coordenadora da entidade, Cristiane Dias Legramandi, o atraso no repasse das verbas por parte da prefeitura, que já dura quatro meses, obrigou a instituição a suspender as atividades hoje e segunda-feira visando à redução de gastos, sobretudo alimentação.
Fonte: Lilian Grasiela - www.jcnet.com.br






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Presidente Alves está se definhando e levando junto as entidades que tanto deram orgulho para a cidade. E pensar que tudo isso não passa de picuinha política.
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