As 72 horas que a vendedora Carolyne Laila Soares, 19 anos, passou dentro de um córrego que fica debaixo do trevo de Populina, na rodovia Elyeser Montenegro Magalhães, foram de muito medo, orações e gritos por socorro. A cada noite que passou no local a jovem contou ao pai, Adilson Almeida Silva, 38 anos, que temia ser picada por cobras.
Ela permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Fernandópolis e, segundo os médicos, ainda não há previsão de alta da UTI.
"Vamos ainda fazer alguns exames e reidratá-la. Ela ainda está com um pouco de anemia e se recupera bem das fraturas no fêmur, tornozelo e bacia", afirmou Fernando Bertucci, chefe da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital.
A mãe da garota, Fátima Carvalho Soares, 41 anos, espera que a filha seja transferida e operada hoje. "Ela está muito bem, deu bastante risada e está querendo voltar pra casa logo. A única coisa que ela se queixou foi de não poder pular o carnaval este ano", contou Fátima.
A garota contou aos pais sobre os momentos de perigo que viveu no local. "Ela disse que conseguia ver muitos sapos e tinha receio de que cobras viessem em sua direção. Nestes momentos ela me disse que rezava muito, mesmo sem ser muito apegada à religião", afirma o pai, que foi o primeiro parente a ser informado sobre o acidente.
Outro medo de Carolyne, segundo o pai, era o de perder a perna esquerda. "Ela sentia muitas dores e sabia que cada minuto a mais que ficasse ali, em contato com a água, poderia ser prejudicial para sua saúde. Ela me disse que a dor na perna só piorava a cada momento".
Em nenhum instante a jovem pensou em desistir, segundo a mãe. "Ela lutou muito pela vida, conseguiu sair do carro tentando pedir ajuda. A intenção dela era subir até a rodovia e ser vista. Mas ela estava muito ferida e o barranco era muito alto. A terra estava fofa ela não conseguiu subir", explica a mãe.
A garota ainda tentou usar o celular, mas o aparelho estava encharcado.
Fonte: Victor Augusto/Diário da Região
Ela permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Fernandópolis e, segundo os médicos, ainda não há previsão de alta da UTI.
"Vamos ainda fazer alguns exames e reidratá-la. Ela ainda está com um pouco de anemia e se recupera bem das fraturas no fêmur, tornozelo e bacia", afirmou Fernando Bertucci, chefe da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital.
A mãe da garota, Fátima Carvalho Soares, 41 anos, espera que a filha seja transferida e operada hoje. "Ela está muito bem, deu bastante risada e está querendo voltar pra casa logo. A única coisa que ela se queixou foi de não poder pular o carnaval este ano", contou Fátima.
A garota contou aos pais sobre os momentos de perigo que viveu no local. "Ela disse que conseguia ver muitos sapos e tinha receio de que cobras viessem em sua direção. Nestes momentos ela me disse que rezava muito, mesmo sem ser muito apegada à religião", afirma o pai, que foi o primeiro parente a ser informado sobre o acidente.
Outro medo de Carolyne, segundo o pai, era o de perder a perna esquerda. "Ela sentia muitas dores e sabia que cada minuto a mais que ficasse ali, em contato com a água, poderia ser prejudicial para sua saúde. Ela me disse que a dor na perna só piorava a cada momento".
Em nenhum instante a jovem pensou em desistir, segundo a mãe. "Ela lutou muito pela vida, conseguiu sair do carro tentando pedir ajuda. A intenção dela era subir até a rodovia e ser vista. Mas ela estava muito ferida e o barranco era muito alto. A terra estava fofa ela não conseguiu subir", explica a mãe.
A garota ainda tentou usar o celular, mas o aparelho estava encharcado.
Fonte: Victor Augusto/Diário da Região
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1 comentários:
mais Deus tava olhando por ela pq ñ é facil ficar dentro d'gua tanto tempo assim
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